O que está acontecendo?Segundo apurei no senado, essa lei está tramitando desde 19 de fevereiro do ano passado, ou seja, já fez aniversário. E pode vir a amargar mais alguns meses por lá, pois a primeira informação que encontrei dizia que a CI já tinha aprovado o projeto e o encaminhado para a CAE.
Mas, conforme fui informado por um funcionário do senado, o projeto nem chegou a ser avaliado pelo CAE, porque precisou ser enviado para a Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) que o aprovou e o reencaminhou para a CI. Essa fará a reeleitura do projeto e, novamente, enviará a CAE. Sem data prevista…
Quanto reduz?
Esse trâmite confunde, eu sei, mas significa redução de 30% no preço final dos veículos elétricos. Isso mesmo, 30%! Porque diferente dos veículos comuns, o carro elétrico está classificado no Brasil como “outros”, por isso recebe tal taxa. Um carro comum tem alíquota de 13%. Só para se ter ideia do impacto que essa lei traria para o preço: a versão elétrica do Palio Weekend da Fiat custa cerca de R$145 mil reais, com a isenção o preço variaria entre R$ 95 mil e R$ 110 mil.
Um incentivo como esse pode acelerar a produção dos veículos elétricos para transporte de carga e atrair novas tecnologias para o País. Fique atento.
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sábado, 13 de outubro de 2012
Veículo elétrico: 0% de IPI
Mauricio Miranda
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Qual o destino do e-lixo de sua empresa?
Cada vez mais conectado à tecnologia da informação, o setor logístico se tornou dependente dos equipamentos eletrônicos. São notebooks, smartphones, leitores de códigos de barras, navegadores por GPS, entre outros aparelhos que, embora tenham custo elevado, tornam-se obsoletos em menos de dois anos e precisam ser substituídos, o que é bom para os fabricantes, para empresas de logísticas (cada vez eficientes) e para os consumidores. Só não é bom para o meio ambiente e o crescimento sustentável, pois muitos desses equipamentos não são descartados de forma correta e podem parar em lixões e outros terrenos que oferecem contato direto com o meio ambiente, gerando o lixo eletrônico ou e-lixo, como também é conhecido.
Mas como descartar ou reaproveitar esses equipamentos? Essa pergunta é feita por muitas empresas que não encontram um suporte claro e eficiente do governo e dos próprios fabricantes. Contudo, quem não vive a espera de um milagre, coloca a mão na massa e tenta encontrar uma solução para o problema. Por isso, seguem algumas alternativas que podem ajudar sua empresa a dar um fim sustentável ao lixo eletrônico.
Reaproveite.Algumas empresas, antes de descartar seus aparelhos eletrônicos, oferecem o equipamento (ainda em funcionamento) para os próprios funcionários. Desktop, laptops e celulares podem ser vendidos a um preço simbólico ou doado. Mas procure aconselhar o novo proprietário quanto a importância e responsabilidade de descartar o produto corretamente.
.Disponibilize o equipamento para venda na internet. Universidades, centros de estudos e oficinas de eletrônicos estão sempre a disposição para a compra de equipamentos usados. Apenas verifique se esses compradores vão descartar as partes não reutilizadas de maneira correta.
Parcerias.Procure escolher fornecedores de eletrônicos que já possuem um sistema de recolhimento e destinação de itens usados ou que adotam o sistema de logística reversa. Desse modo, ao adquirir novos equipamentos, o próprio fornecedor assumirá a responsabilidade pelo descarte correto.
.Avalie a possibilidade de locação de equipamentos eletrônicos. Ao invés de compra-los, sua empresa pode assumir um contrato anual ou bienal de atualização da tecnologia. Assim, além de obter o mais recente equipamento, é possível garantir o descarte consciente dos equipamentos obsoletos.
Contate um especialista.O Brasil possui cerca de 15 empresas com licença ambiental para reciclagem de e-lixo. O número é muito pouco, principalmente quando se observa que a maioria é localizada entre os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Para quem quiser adotar essa alternativa, o site www.centraldareciclagem.org (já divulgado por aqui), pode ser uma boa alternativa, afinal ele permite visualizar o nome, o endereço e o meio de contato das empresas especializadas em reciclagem de eletrônicos. Mas não deixe de questionar se esses locais possuem licença ambiental.
por Mauricio Miranda
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