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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Metamorfose da mão de obra na Logística


O gerenciamento bem sucedido da mão de obra vai além da instalação de um software

Os custos com mão de obra são quase sempre o item de despesa mais elevado no orçamento de um centro de distribuição. Para controlar e gerenciar esse custo, gerentes visionários geralmente confiam em programas de gerenciamento de mão de obra que promovem e medem métodos eficientes para o desempenho de tarefas.
Para atingir esse objetivo, eles unem várias ferramentas de software, como os sistemas de gerenciamento de mão de obra (LMS, “labor management system”), com estratégias para monitorar, reportar e recompensar o desempenho atual e as expectativas estabelecidas.

Esses programas certamente não são novidade, e suas habilidades em aumentar a produtividade por meio do fornecimento contínuo de feedback sobre o desempenho dos trabalhadores estão bem documentadas. Com um bom programa de gerenciamento de mão de obra, as empresas podem reduzir custos e garantir que a mercadoria esteja sendo processada corretamente,tudo enquanto melhora o processamento de oportunidades.

Os usuários capacitados a unir um programa de treinamento ao software na medida apropriada tipicamente reportam um aumento de 20% na produtividade além de aumentos na qualidade de trabalho e reduções nas jornadas de serviço. Muitas empresas conseguem alcançar a restituição de seu investimento em um prazo de 9 a 16 meses.

Uma grande vantagem dos softwares é a habilidade de testar cenários no computador antes de tentar no chão do armazém de verdade. Conseguem fazer análises tipo “e se” de uma operação e antecipar resultados.

Por exemplo, e se você considerar ir da separação com listas em papel para separação em terminais com radiofrequência (RF), ou de RF para sistemas direcionados por voz? Você pode modelar cada alternativa no seu LMS e prever qual delas resulta em mais melhorias de produtividade antes de comprar um equipamento.

Componentes de um software LMS

Jornada e frequência
• Captura da identificação;
• Gerenciamento das folgas;
• Cálculo da folha de pagamento;
• Relatórios excepcionais;
• Alertas;

Alocação do planejamento de recursos
• Estimativa dos recursos necessários;
• Tempo para completar atividades;
• Balanço de recursos;

Disciplina de incentivos de recompensa
• Cálculo dos incentivos;
• Integrar com os sistemas de folha de pagamento;
• Gerenciamento da observação;
• Cartões de relatório;

Gerenciamento do desempenho
• Medida do desempenho em comparação aos padrões;
• Fornecimento de relatórios em tempo real;
• Rastreamento da qualidade e segurança;
• Rastreamento dos custos baseados por atividade;

Otimização da mão de obra
• Retorno sobre investimento baseado em alocação;
• Simulações;
• Processos de modelagem;
• Estabelecimento de padrões;
• Gerenciamento da qualidade;

Alocação e simulação
• Análise das instalações;
• Melhoria contínua.


Outra solução no gerenciamento de mão de obra é a automação de processos como contratação, jornadas e frequência e escala de trabalhadores. Por meio da automação, você ganha visibilidade em tempo real em dados críticos de mão de obra para contabilidade acurada de custos por cliente, por pedido, ou por tarefa.

Até mesmo mais benefícios são reportados quando o programa incorpora um ganho compartilhado componente de incentivo de pagamento, afinal, bons trabalhadores desejam que seu trabalho seja reconhecido. Quandoprogramas de incentivo são realizados da maneira correta, bons trabalhadores vão querer continuar na empresa.

Se você estiver contemplando um programa para sua empresa, o momento não poderia ser melhor. A interface em tempo real do LMS com um WMS (“warehouse management system”, sistema de gerenciamento de armazéns) mais robusto fornece a esses programas uma nova vantagem. Além disso, softwares melhores, o uso de tecnologia RF mais difundido, e novas capacidades de mapeamento de armazém reduziram bastante o esforço manual envolvido no componente de medida de trabalho do programa, aumentando assim a acurácia.

Cinco coisas para saber

Tirar o máximo de desempenho de sua mão de obra depende de um programa de gerenciamento sólidoe efetivo. Aqui estão cinco pontos cruciais para se ter em mente quando estiver implementando um.

1- definição da estratégia. Por que você está implementando?
Você quer definir padrões para o planejamento orçamentário anual ou implementar uma medida de trabalho ou sistema de incentivo salarial onde você irá recompensar pessoas individualmente?
Esses dois extremos necessitam de diferentes tipos de software, com níveis de sofisticação
diferentes, manutenção contínua e muitos esforços e custos para implementar.
Você precisa primeiro compreender o que você está tentando atingir com ele para que você possa escolher o software correto e a abordagem apropriada.

2- um programa de gerenciamento de mão de obra é mais do que uma simples instalação de software.
É preciso ter um amplo conhecimento de suas operações, medidas acurada de trabalho e uma estrutura efetiva para reportar os resultados promovidos.

De fato, a instalação do software por si pode levar apenas 30 minutos, mas muitas outras etapas devem ser concluídas também. Tarefas críticas de intenso trabalho no CD devem ser definidas e o tempo que leva para que sejam concluídas é arquivado pelos trabalhadores no momento em que as realizam ou através de um banco de dados com padrões de tempo pré-definidos. Determinados os padrões e estando o sistema ligado, os gerentes devem ser instruídos para treinar aqueles que apresentaram desempenho fraco e quebrar barreiras para produtividade.

Um componente de incentivo salarial leva o programa ao nível seguinte por meio de recompensas aos bons desempenhos como parte de um plano de gerenciamento para compartilhar os ganhos obtidos. Políticas de incentivo podem ser ferramentas poderosas, pois colocam os trabalhadores sob controle de seus próprios destinos. O gerenciamento precisa comunicar claramente as expectativas e colocar em prática um sistema consistente no qual os trabalhadores possam confiar plenamente.

3- gerenciar mesmo sem software.
Você poderia começar por um tempo sem software em uma pequena empresa, com 50 trabalhadores ou menos. Porém, você deverá ter que contratar mais gerentes do que o necessário para tentar manter o rastreamento do que está acontecendo. Nos dias atuais, como CDs e centros de atendimento crescem e se tornam mais complexos, você geralmente precisa do software por causa da enormidade de dados você estará coletando e monitorando.

4- espere por desafios culturais.
Nos casos da operação envolver terceiros, pode ser sábio envolvê-los desde o começo, pois eles tendem a auxiliar a padronização quando o desempenho de seus membros está baseado em um tempo razoável para executar a tarefa de uma maneira segura e eficiente.

5- Não instale um programa e declare que está pronto.
Nunca está pronto. Você estará sempre procurando as melhores maneiras de melhorar sua operação.
O programa deve ser flexível o suficiente para alterar rapidamente assim que você modificar seus métodos e procedimentos. Como resultado, é imperativo manter custos de manutenção em mente. Dependendo do número de trabalhadores e do número de instalações, somente um ou uma equipe inteira de engenheiros podem ser necessários.

CASO PRÁTICO:  LMS NO VAREJO



Tendo em mente os benefícios do LMS, vejamos como a David’s Bridal, o maior varejista de “tudo para casamentos” dos EUA, implementou seu programa de gerenciamento de mão de obra. A empresa tem 300 lojas físicas e uma loja virtual.


Porém, Tony Coccerino, vice-presidente de logística e distribuição, diz que esse sucesso não seria possível sem que o varejista mantivesse os olhos bem perto nos custos de mão de obra dentro de seus dois CDs na Pensilvânia oriental - uma instalação de 174.000 m2 em Conshohocken, que utiliza de 35 a 45 trabalhadores associados por hora e uma instalação mais recente, mais automatizada, de 230.000 m2 em Bristol, que utiliza de 75 a 85 trabalhadores associados por hora.

De volta a 2001, somente com o CD de Conshohocken funcionando, Conccerino diz que seu time estava passando por dificuldades com a gestão do crescente pool de associados por hora. “Sentíamos que estávamos introduzindo mais trabalhadores
temporários sem sequer avançar.”

A direção da empresa decidiu implementar padrões de mão de obra. Depois de analisar potenciais fornecedores de LMS, decidiu-se pelo programa da Cook & Associates conhecido por PEP (“Productivity Evaluation Program”).

Em maio de 2001, o time PEP iniciou uma abordagem de diversas etapas com o grupo de gerenciamento da David’s Bridal, introduzindo-os às etapas para gerar, utilizar e analisar relatórios que fornecem feedbacks construtivos aos associados. Ao mesmo tempo, eles começaram um processo ao longo do mês inteiro para identificar e medir
diferentes tarefas por todo o CD, utilizando estudos de tempo e questionários
de tempo que os trabalhadores eram treinados para preencher.

Uma vez medidos e estabelecidos os padrões, a equipe tinha que ter certeza de que o PEP poderia fazer uma interface perfeita com o WMS do varejista e o Sistema de Jornada e Frequência da Kronos. O WMS detalha o trabalho e os dados críticos que são extraídos e utilizados como dados de entrada para o PEP.

O sistema Kronos automaticamente fornece ao PEP com o número exato de horas que o associado foi pago por um turno trabalhado. As equipes então lançaram o sistema e introduziram-no aos trabalhadores associados em Setembro de 2001. Um ano mais tarde o gerenciamento decidiu compartilhar os ganhos de produtividade com a implementação de um programa de incentivo que incluiu todos: desde os associados aos porteiros e dos supervisores aos gerentes.

Já faz 11 anos desde a primeira instalação e, de acordo com Coccerino, os benefícios tem sido significantes. “Apenas através da introdução de padrões sentimos que iríamos conseguir uma melhora da produtividade de 7%. Nós poderíamos aumentar de 10 a 12%,” diz. Depois da introdução do programa de incentivo, a produtividade aumentou mais 12%. Os gerentes dos CD sabem quanto tempo leva para executar um serviço, permitindo que eles planejem confidencialmente quantas pessoas irão precisar para completar um trabalho.

Os associados, a princípio, pensaram que seriam micro gerenciados. “Mas eles participaram efetivamente quando começaram a ver 50 ou 100 dólares extras em seus holerites a cada semana - apenas fazendo seu trabalho”.






domingo, 24 de março de 2013

O consumo e consumismo humano




Consumismo é o ato de consumir produtos e/ou serviços. Há várias discussões a respeito dotema, entre elas o tipo de influência que as empresas, por meio da propaganda e dapublicidade, bem como a cultura industrial, por meio da TV e do cinema, exercem nas pessoas. Muitos[quem?] alegam que elas induzem ao consumo desnecessário, sendo este um fruto docapitalismo e um fenômeno da sociedade atual.

Índice

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[editar]O consumo e consumismo humano

A diferença entre o consumo e o consumismo é que no consumo as pessoas adquirem somente aquilo que lhes é necessário para sobrevivência. Já no consumismo a pessoa gasta demasiado em produtos supérfluos, que muitas vezes não é o melhor para ela, porém é o que ela tem curiosidade de experimentar devido às propagandas na TV e ao apelo dos produtos demarca. No entanto, a definição de necessidade supérfluas é algo relativo, já que um produto considerado supérfluo para alguém pode ser essencial para outra, de acordo com as camadas sociais a que a população pertence. Isso pode gerar violência, pois as pessoas que cometemcrimes na maioria das vezes não roubam ou furtam nada por necessidade, e sim por vontade de ter aquele produto, e de não ter condições de adquiri-lo. Nesses casos, a necessidade de consumo se torna uma doença, uma compulsão, que deve ser tratada para evitar maiores danos à pessoa. Muitas vezes o consumismo chega a ser uma patologia comportamental. Pessoas compram compulsivamente coisas que elas não irão usar ou que não têm utilidade para elas apenas para atender à vontade de comprar.
A explicação da compulsão pelo consumo talvez possa se amparar em bases históricas. O mundo nunca mais foi o mesmo após a Revolução Industrial. A industrialização agilizou o processo de fabricação, o que não era possível durante o período artesanal. A indústria trouxe o desenvolvimento, num modelo de economia liberal, que hoje leva ao consumismo alienado de produtos industrializados. Por outro lado, o setor rural entrou em decadência, onde pessoas que possuíam alta jornada de trabalho (16 horas por dia, 6 dias por semana) não ganhavam renumeração suficiente para consumir. Além disso, trouxe também várias consequências negativas por não se ter preocupado com o meio ambiente. A Revolução Industrial do século XVIII transformou de forma sistemática a capacidade humana de modificar a natureza, o aumento vertiginoso da produção e por consequência da produtividade barateou os produtos e os processos de produção, com isso milhares de pessoas puderam comprar produtos antes restritos às classes mais ricas.
A sociedade capitalista da atualidade é marcada por uma necessidade intensa de consumo, seja por meio dos mercados internos, seja por meio dosmercados externos, já que um aumento do consumo, registra-se uma maior necessidade de produção, que para atender a esta demanda gera cada vez mais empregos, que aumentam a renda disponível na economia e que acaba sendo revertida para o próprio consumo. O excesso de todo este processo leva a uma intensificação da produção e consequente aumento da extração dematérias-primas e do consumo de energia, muitas vezes, de fontes não-renováveis.
A imitação é um item notável no consumismo. As pessoas de classes sociais mais baixas possuem tendência a imitarem e ansiarem as posses de pessoas de maior representação social, como celebridades. Ou seja, a sociedade cria um padrão, que tende a ser seguido pelas pessoas. Algumas mulheres, por exemplo, geralmente escolhem um corte de cabelo, roupas, sapatos e acessórios damoda com base em alguma atriz famosa.

[editar]Críticos

Desde o início do Consumismo, várias pessoas e grupos propuseram um estilo de vida alternativo, como um modo de vida mais simples[1] (simplicidade voluntária), consciência ecológica[2] e o uso de horta em casa[3]. Nem todos são contra o consumo, mas a favor do consumo consciente e levando em consideração os recursos naturais do nosso planeta.
Os críticos citam que o Consumismo aumenta o aquecimento global e o uso de recursos naturais de forma exagerada.[4] Um estudo realizado pela Sociedade Americana de Ecologia chegou a conclusão que consumimos 30% a mais do que a Terra pode suportar.[5]
Os opositores consideram o Consumismo como forma de Controle social na sociedade moderna[6], onde a compra de luxos e produtos desnecessários são meios usados pela sociedade para demarcar o papel e importância de uma pessoa na mesma, descartando outros meios de identificação, como personalidade e habilidades sociais.

[editar]Thorstein Veblen

Os estudos de Thorstein Veblen consideram o consumismo (quando desnecessário) como forma de demonstrar a posição de uma pessoa na sociedade na qual vive.
“As pessoas diminuem seu conforto ou necessidades para que possam parecer bem vestidas.[7]”

[editar]Victor Lebow

Em 1955, o economista Victor Lebow comentou:
“Nossa economia produtiva requer que o consumo se torne nosso modo de vida, a convertermos o ato de comprar e usar bens como rituais, que tenhamos satisfação pessoal e espiritual ao consumirmos. Precisamos consumir, queimar, substituir e descartar em uma velocidade muito rápida.[8]”

[editar]Henry Ford e Frederick Winslow Taylor

Henry Ford e outros líderes da indústria entenderam que a produção em massa significa consumo em massa. Frederick Winslow Taylor fundou a teoria Taylorista, mudando a organização dos trabalhadores das empresas para aumentar a produtividade[9].

[editar]Warren Hern

Em um artigo publicado em 2009 na revista americana "New Scientist", o epidemiologista Warren Hern comentou:
“Nosso inconsciente é guiado pelo instinto de sobrevivência, de dominação e expansão... um impulso que nos leva a pensar que o consumismo é a resposta para tudo, e, no tempo certo, diminuirá todas as desigualdades no mundo.[5]”

[editar]Christine Frederick

A economista Christine Frederick comenta que "o único modo de sairmos de um baixo padrão de vida é consumindo livremente".[10]

[editar]Jorge Majfud

O professor de literatura inglesa Jorge Majfud cita que "Tentar diminuir a poluição sem diminuir o consumo é como combater o tráfico de drogas sem reduzir a produção da mesma".[11]

[editar]Os comportamentos de compra

Segundo psicossociólogos, os consumidores tem o seguinte comportamento na hora de comprar um produto:
  • Racional: O consumidor sabe o que quer comprar e compara preços. Às vezes influencia-se pela promoção e pela publicidade, mas o resultado pode ser o oposto caso se sentir enganado.
  • Impulsivo: O ato de comprar serve para canalizar o estresse, reforçado pelo próprio shopping center ou supermercado, produzindo uma sensação de prazer imediato.
  • Compulsivo: Para esse tipo de comprador, a necessidade de comprar é comparável à de um viciado em drogas. Para ospsiquiatras, trata-se de um sintoma de uma desordem emocional. O consumo se dá como uma forma de compensar um vazio, de sentir-se acompanhado, ainda que seja por um objeto, ou seja ver as empresas que participam de programas sustentável.
Há também todo um processo de estimulo dos sentidos das pessoas que se dá no processo de compra. Para algumas pessoas o estímulo é visual, quando estas veem algo e querem possuí-lo, já outras têm o estimulo olfativo, e por fim o auditivo.

[editar]Tipos de consumidores

[editar]Consumidor individualista

O consumidor individualista é aquele que está preocupado com seu estilo de vida pessoal. Nesse caso compra pelo desejo e prazer de ter o que quer.

[editar]Consumidor eficiente

O consumidor consome de modo eficiente, cuidando do seu bolso e do seu gosto. Costuma pesquisar preços antes da compra e zela pela qualidade dos serviços e produtos que consome.

[editar]Consumidor consciente

O consumidor acredita na possibilidade de contribuir para mudanças locais e planetárias por meio de seu ato de consumo.

[editar]Consumidor responsável

O consumidor leva em consideração as informações recebidas sobre produtos e empresas. Sendo assim, não compra um produto se receber a informação dizendo, por exemplo, que ele ou empresa que o produz prejudicam o meio ambiente.

Bibliografia

  • Isto é tudo - O livro do conhecimento. São Paulo:três, s.d. p. 174-7.
  • Caderno temático A nutrição e o consumo consciente. São Paulo: Instituto Akatu, 2003.

Referências

  1. ↑ Janet Luhrs's "The Simple Living Guide" (NY: Broadway Books, 1997); Joe Dominquez, Vicki Robin et al., "Your Money or Your Life" (NY: Penguin Group USA, 2008)
  2. ↑ Alan Durning, "How Much is Enough: The Consumer Society and the Future of the Earth" (NY: W.W. Norton, 1992)
  3. ↑ Paul Roberts, "The End of Food" (NY: Houghton Mifflin, 2008); Michael Shuman, "The Small-mart Revolution" (San Francisco: Berrett-Koehler Publishers, 2007)
  4. ↑ Global Climate Change and Energy CO2 Production—An International Perspective[ligação inativa]
  5. ↑ a b Coghlan, Andy. Consumerism is 'eating the future'. Página visitada em 2009-12-12.
  6. ↑ Fool Britannia. Newindpress.com.[ligação inativa]
  7. ↑ Veblen, Thorstein. The Theory of the Leisure Class. [S.l.: s.n.], 2010.
  8. ↑ Lebow, Victor.http://hundredgoals.files.wordpress.com/2009/05/journal-of-retailing.pdf
  9. ↑ Ryan in Ritzer 2007, p. 702
  10. ↑ Essay - Dawn of the Dead Mall. The Design Observer Group (11 November 2009). Página visitada em 14 de Fevereiro de 2010.
  11. ↑ Majfud, Jorge (2009). The Pandemic of Consumerism. UN Chronicle. Página visitada em 7 de Janeiro de 2012.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Consumismo